Motivação era tudo nesse caso aí. Tanto que saiu um player customizado em menos de três minutos depois que eu e o Mário Marco descobrimos que o Plone trava os componentes prontos que a gente coloca no servidor. Mas porque tanta purpurina pra tal peça?
As fotos sensacionais do Marcello Casal davam vontade de perguntar: “o que tá acontecendo aí?” e “o Haiti é assim mesmo?”. A reportagem só podia responder a essas perguntas, e o jeito que isso foi feito empolgou geral: simples, claro e direto. Nada de churumelas desnecessárias ou penduricalhos a lá Hebe Camargo.
Confiram lá na Agência o trabalho bacana do André, que editou tudo no Premiere, ou saibam mais no Blog do Aloísio Milani, o diretor do esquema todo, que postou um making off. E, caso haja interesse, a família tipográfica da capa foi a Gill Sans.
O trabalho pode ser visto também no Youtube, vale muito a pena.
Tagged: hipermídia, mídia, projeto

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One Comment
Parabéns pelo web-documentário. Alías, essa denominação é muito interessante para trabalhos webjornalisticos com forte teor multmidiático. Acredito que o que chamamos hoje de perportagens especiais multimidia tornar-se-ão web-documentários, face a essa grande exploração do conteúdo mutlidimida. Parabéns a todos que fizeram esse belíssimo trabalho.